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A importância da música para as marcas

A importância da música para as marcas

Quarta-feira, 9 de Março, 2011
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epois do futebol, a música é dos principais territórios de comunicação para as marcas. Que valores se ganha neste trabalho? E que valor tem, de facto, a música para as marcas nas suas diferentes aplicações: eventos, publicidade, festivais?

Agatha Areas, directora de marketing Rock in Rio, nunca tinha sido Dj nem por um segundo. Manuel Faria, director-geral Índigo, já é experimentado em técnicas de som. Miguel Araújo, responsável da área de patrocínios da Unicer, aproveitou o workshop na ProDj para perceber ainda melhor como se faz misturas e pitchs! Já Pedro Moreira da Silva, director de comunicação e activação de marca da Optimus, foi surpreendente na aprendizagem e controlo da mesa de misturas. Ao longo de quase duas horas, foram várias as técnicas que o Dj Paulo Luz foi ensinando: afinação, controlO pitch, mistura… Um “aquecimento” para uma conversa que se seguiu ao som do tema “A importância da música para as marcas”.

Por que é que há, hoje, tantas marcas a querer trabalhar no território da música? Que valores lá vão buscar?

Agatha Areas, directora de marketing Rock in Rio: A música é uma linguagem universal. Não interessa o idioma em que se canta, pode ser instrumental somente. O que é facto é que é muito emocional e as pessoas têm tendência a unir-se em torno desse mote. Imagino que as marcas tenham descoberto isso. São cada vez mais marcas que temos entre os patrocinadores do Rock in Rio com uma maior ligação à música, como a Vodafone, que acaba de lançar uma rádio. Acredito que seja pela unificação que a música é capaz de fazer, de juntar grandes multidões de uma forma muito emocional, muito positiva.

Mas, depois, como é que essas mesmas marcas conseguem diferenciar-se? Não estão todas a comunicar para o mesmo target?

Agatha Areas: É difícil diferenciarem-se. É uma fatia cada vez mais desejada. Dentro do do Rock in Rio, a cada ano as marcas investem mais nestas activações, têm mais cuidado para criarem abordagens mais criativas de uma forma que envolva mais o público. Quanto mais essa fatia se estreita, mais dificuldade as empresas têm em se destacar. Investimentos audaciosos como o de comprar uma rádio, dar-lhe o nome, ter uma programação disruptiva como a imagem da marca, é um bom caminho. É diferenciador.

PARA LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA CONSULTAR EDIÇÃO IMPRESSA Nº176

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