À conversa com Paulo Campos Costa

A EDP está a replicar, no Brasil, alguns projectos de comunicação desenvolvidos em Portugal, como é o caso das EDP Live Bands, cuja edição deste ano arrancou há três semanas e que está já a ultrapassar os números de 2016. Porque a ambição de Paulo Campos Costa, director global de Marketing, Marca e Comunicação do Grupo, é que, este ano, a marca comece a ficar conhecida, também, fora dos Estados onde é incumbente. Uma conversa nos escritórios da EDP, em São Paulo:

«Tentamos que a nossa política em termos de patrocínios, e as próprias activações, tenham uma linha definida. Não só para o Brasil, mas para todas as geografias onde estamos presentes. No caso das EDP Live Bands Brasil, têm sido uma verdadeira surpresa desde o início. O ano passado, as inscrições pararam às 1300 admitidas. Este ano, deverá ultrapassar em muito esse número.

No Brasil, temos que ter calma em todos os passos que damos. Estamos presentes há mais de 20 anos no Brasil, cotados há mais de 10 e temos aprendido a respeitar a própria cultura. O Brasil está dividido em Estados. Nos Estados onde somos praticamente um incumbente, como Espírito Santo, a marca EDP é conhecida. Este ano vamos fazer um esforço gradual para nos tornarmos também conhecidos fora dos Estados onde somos um incumbente. É um esforço que estamos a fazer, em áreas concretas de actuação.»

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