Estoril-Sol: muito mais que uma sala de jogos

Nos dos últimos anos, o Grupo Estoril-Sol inverteu um ciclo negativo no negócio. Para Mário Assis Ferreira, presidente do Conselho de Administração da Estoril-Sol, e no grupo há 30 anos, o foco continua a ser a racionalização de custos e liquidação da dívida financeira

Texto de Rafael Paiva Reis

Foto de Paulo Alexandrino

Foi há dois anos que o Grupo Estoril-Sol conseguiu inverter um ciclo negativo no negócio dos casinos em Portugal, que durava desde 2010, tendo alcançado um lucro de quatro milhões. As contas de 2016 ainda não estão fechadas, mas o grupo, que detém os casinos do Estoril, Lisboa e Póvoa, já registou um crescimento de 228% no primeiro semestre.

Para além de espaço de jogo, Mário Assis Ferreira destaca a vertente cultural que implementou nos casinos ao longo dos 28 anos em que se manteve presidente executivo do grupo, e onde se destaca a revista “Egoísta”.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Maio de 2017 da revista Marketeer.

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