Montepio regressa aos spots televisivos

É sob o mote “Se gostássemos todos do mesmo, o que era feito do amarelo?” que a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) marca o seu regresso às campanhas televisivas e above the line, mais de um ano e meio depois do seu último investimento em TV.

Com a nova campanha institucional, a CEMG pretende reforçar a diferença da marca no panorama da banca em Portugal, nomeadamente a sua matriz mutualista e o facto de ser o único banco privado de capital 100% nacional. E ainda por ser o único que tem no amarelo a sua imagem de marca.

«Há uma generalização da parte dos clientes de que os bancos são todos iguais. Nós já fizémos todo o trabalho de base para contrariar essa tendência. Hoje somos um banco sólido – há um ano consecutivo que apresentamos lucro», afirmou hoje Patrícia Fernandes, directora de Marketing Estratégico e Inovação da CEMG, durante a apresentação da campanha. «Esta campanha tem como objectivo reforçar o património emocional da marca. Esta é a marca da economia social, dos mealheiros, das contas herdadas!», reforçou.

“Não somos todos jovens, nem somos todos bonitos”, “não vivemos todos em Lisboa, não temos todos casa” ou “não temos todos carro e nem todos sonhamos ter” são algumas das frases do copy da campanha, que assim fazem a ponte com a assinatura que a CEMG estreou no início do ano - “Só um banco diferente nos leva mais longe”.

A campanha arranca hoje e será divulgada em televisão (com uma versão de 30” e duas versões de 20”, que estarão no ar durante três semanas), digital, rádio, cinema, exterior (mupis) e ponto de venda. Conta com criatividade da agência O Escritório e realização de Pedro Varela (da Story), enquanto o planeamento de meios ficou a cargo da MEC.

Transformação digital

Sem especificar valores, Patrícia Fernandes adianta que a campanha «marca o nosso regresso às campanhas na casa dos seis dígitos». Já sobre o timming do seu lançamento e o facto de ser a primeira campanha televisiva da marca no espaço de ano e meio, a responsável lembra que a CEMG atravessa um plano de recuperação financeira até 2018, o que motivou um maior enfoque «na venda de produtos financeiros, com retorno imediato».

Para além disso, a CEMG tem vindo a concretizar um processo de transformação digital, com a reformulação de todos os sistemas core do banco mas também a modernização da sua rede de balcões, num plano a três anos que arrancou no primeiro trimestre deste ano e prevê um investimento inicial de seis milhões de euros.

De acordo com Patrícia Fernandes, este investimento em tecnologia visa alavancar a estratégia omnicanal do banco e “desmaterializar os balcões”. De resto, a partir de 6 de Outubro será possível abrir uma conta nos balcões da CEMG sem recurso a papel, utilizando um tablet, enquanto no início de 2018 será lançada uma nova ferramenta de abertura de conta por videoconferência.

«Hoje estamos muito mais preparados para fazer uma campanha destas do que estávamos há um ano», frisa a responsável. «Está na hora de relembrar os nossos clientes activos e inactivos que somos um banco de confiança, com a modernidade necessária para responder às suas necessidades», conclui.

Veja aqui o filme da campanha:

Texto de Daniel Almeida

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