10 tendências de engagement para 2018

A Llorente & Cuenca auscultou o mercado e descobriu que existem 10 grandes tendências para este ano, no que ao engagement diz respeito. Para conquistar o consumidor vai ser preciso apostar em áreas como transparência, público sénior e sustentabilidade.

David González Natal, responsável pela área de Consumer Engagement da Lllorente & Cuenca, considera que os consumidores estão a transferir para as marcas as suas novas obsessões, completamente diferentes das que tinham no passado. Deste modo, as insígnias têm de apostar numa comunicação mais autêntica e atenta, que trate cada consumidor como um individuo único.

O estudo, realizado em parceria pelos escritórios de Portugal e América Latina, aponta para 10 tendências:

1 – Mini-consumidores. As crianças podem não ter poder de compra mas não devem ser esquecidas. Além de influenciarem amplamente as decisões dos pais, irão tornar-se adultos e clientes de marcas. A Llorente & Cuenca aconselha as insígnias a aproximarem-se dos mais novos e a darem bons exemplos, contribuindo para um crescimento saudável;

2 – Transparência. A confiança é um dos activos que mais valor atribui a uma marca. Por isso mesmo, as marcas devem mostrar-se disponíveis para explicar tudo o que os consumidores anseiam perceber, nomeadamente a nível alimentar e de cosmética. Os rótulos são cada vez mais importantes, por exemplo;

3 – Consumidores verdes. A sustentabilidade é uma das palavras-chave para este ano. Não só querem saber de que são feitos os produtos que estão a consumir como também dão primazia a artigos que sejam ambientalmente responsáveis;

4 – Co-branding. A partilha está na moda, seja nos automóveis, nas casas ou… nas marcas. A Llorente & Cuenca considera que parcerias entre marcas poderão ser benéficas para as várias partes envolvidas, ainda que seja necessário ter em conta os riscos também inerentes;

5 – Blockchain. As criptomoedas, como a Bitcoin, já não são a única área de actuação da tecnologia Blockchain. Está a expandir-se para outros campos, incluindo transacções internacionais em plataformas de jogos online. Comércio electrónico no geral é um dos grandes potenciais clientes desta tecnologia, a par de armazenamento de dados e distribuição de energia;

6 – Consumidor pós-género. O género é algo cada vez mais fluído, especialmente entre as gerações mais jovens. O azul dos rapazes e o cor-de-rosa das raparigas é algo praticamente obsoleto, que chega a gerar ondas de indignação. Neste sentido, as marcas devem apostar em produtos sem género/transversais e em campanhas e abordagens de comunicação que sigam a mesma linha;

7 – Seniores. Os seniores são os novos Millennials, afirma a Llorente & Cuenca. A internet e as redes sociais já não são exclusivas dos jovens e também os mais velhos têm uma palavra a dizer neste mundo. Ou várias: tal como os seus filhos e netos, querem partilhar as suas experiências e aventuras com as várias comunidades online. Assim sendo, deixa de ser um público-alvo de difícil acesso e passa a ser um novo mar de oportunidades;

8 – Autenticidade. Uma das tendências para 2018 envolve uma certa obsessão pelo que é autêntico. As gerações mais novas aceitam apenas estratégias de comunicação que envolvam conteúdos genuínos e personagens reais. Procuram-se histórias verdadeiras e detalhes que confirmem que as marcas também são de carne e osso. Dispensam-se produções exageradas e que desfigurem a realidade;

9 – Consumidor solitário. “Oneconomy” é a expressão utilizada pela Llorente & Cuenca para descrever a tendência que se segue: economia só para um, ou seja, personalizada e desenvolvida à medida de cada consumidor, dos seus desejos, necessidades e preferências;

10 – Saúde conectada. A vontade em partilhar com o mundo a última refeição e a ida à praia poderá ter um lado bom e outro mau. No que diz respeito ao lado positivo, destaque para a crescente adopção de uma alimentação mais saudável, potenciada pelas redes sociais e pela rápida partilha de receitas, dicas e conselhos. As marcas de desporto têm sabido aproveitar esta tendência especialmente bem, criando eventos de bem-estar e verdadeiros festivais que podem ajudar a aumentar a fidelidade do consumidor e impulsionar as vendas.

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