O que fazem as marcas pela arte, ou a arte pelas marcas?

Protecção da arte, filantropia, notoriedade ou maior ganho de incentivos de natureza fiscal?

Sempre que uma empresa ou uma marca apoia um artista, patrocina uma exposição ou se assume como parceiro de um museu, há várias razões que se cruzam na base da decisão.

Texto de M.ª João Lima e M.ª João Vieira Pinto

Em Portugal, algumas marcas sustentam há anos relações duradouras, como a EDP com a Companhia Nacional de Bailado, ou o BES com a fotografia. Mas desde o ano passado é mais visível ainda esta maré de mecenato cultural e financiamento, onde várias empresas parecem querer navegar: a CGD está de corpo e alma na música e é agora mecenas da mais recente exposição do Museu Nacional de Arte Antiga; a Sonae celebrou em Fevereiro um acordo de mecenato com o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado; o Grupo Pestana passou a albergar, na sua Pousada de Cascais, vários ateliers e exposições num espaço denominado agora Historic Hotel & Art District; e o Pingo Doce lançou um prémio de apoio à Literatura Infantil.

Para ler o texto na íntegra, consulte a edição de Maio de 2014 da revista Marketeer.

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