E-commerce ganha relevo nos Bens de Grande Consumo

Em 2022, o comércio electrónico deverá ser responsável pela venda de 10 a 12% dos Bens de Grande Consumo a nível global, atingindo os 400 mil milhões de dólares (aproximadamente 350 mil milhões de euros). Segundo a Nielsen, trata-se de um crescimento quatro vezes superior ao verificado tanto nos canais offline como no PIB, sendo que a China e os EUA serão as duas grandes referências com 60% do total de vendas online.

Em Portugal, a estimativa da Nielsen aponta para 1,6% do total das vendas destes produtos, o equivalente a 430 milhões de dólares (cerca de 376 milhões de euros). Mafalda Silva Ferreira, Client Development Senior na Nielsen, explica que, apesar de passarem grande parte do seu dia ligados à Internet, os portugueses ainda não são fãs de compras online, pelo menos no que respeita os Bens de Grande Consumo.

Ainda assim, o mesmo estudo da Nielsen revela que 66% dos portugueses afirmam estar dispostos a fazer encomendas online com entregas ao domicílio no futuro (o valor mais alto na Europa Ocidental). Além disso, 63% mostram-se disponíveis para experimentar a opção de comprar em casa e recolher noutros locais, nomeadamente nas lojas das marcas.

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