3 tendências que fazem crescer as entregas de comida

Nos Estados Unidos da América, mais de metade dos utilizadores de internet entre os 18 e os 24 anos já recorreu a um serviço de entrega de comida para receber em casa o almoço ou jantar. Passando para a faixa etária dos 25 aos 34 anos, o mesmo acontece com 49%. A percentagem vai descendo ligeiramente à medida que a idade avança, mas, ainda assim, a média situa-se nos 36%.

Os dados são do eMarketer, segundo o qual são três as tendências que justificam a ascensão deste tipo de serviços, alimentados por marcas como Uber Eats e Glovo mas também pelas próprias cadeias de restauração:

1 – Comer menos fora. De acordo com o eMarketer, que se foca na realidade norte-americana, as pessoas estão a passar mais tempo em casa, mas não começaram a cozinhar mais. Trocaram as refeições fora pela entrega em casa;

2 – Entretenimento em casa. Ao optarem por jantar em casa, os consumidores têm à sua disposição um leque de actividades que dificilmente teriam num restaurante. Por um lado, podem convidar amigos e família para momentos de socialização; por outro, podem simplesmente ficar em frente à televisão e fazer uma maratona de séries ou filmes;

3 – Mais oportunidades de refeição. Actualmente, o jantar ainda é a refeição mais vezes pedida através de serviços de entregas. Porém, tudo poderá mudar: com o aumento de trabalhadores remotos, os pedidos de almoço poderão crescer. Além disso, cada vez mais pessoas estão a deixar as três refeições diárias e a apostar em snacks regulares.

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