Como as marcas de conservas estão a evoluir

O sector das conservas em Portugal está mais dinâmico, com as marcas a apostarem no enobrecimento dos produtos, reforço da gama e digitalização. A Bom Petisco, após 50 anos focada no atum, já conta com sardinhas. Já a Ramirez, aponta à expansão internacional com a criação de uma loja online.

Texto de Rafael Paiva Reis

As conservas são, hoje, mais que uma solução de último recurso. Há anos que têm surgido apostas gourmet e há grandes players a dinamizar e digitalizar os seus negócios. A Bom Petisco, que há 50 anos apostava exclusivamente no atum, decidiu olhar para as sardinhas. Com uma gama composta por cinco receitas (azeite, tomate, tomate picante, óleo e óleo picante), lançou em Fevereiro esta novidade. E com resultados entusiasmantes. «Na Sonae, no espaço de cerca de um mês, a marca Bom Petisco já lidera em vendas sell out na categoria das sardinhas. É um resultado fantástico», refere Carlos Mota, administrador de Marketing e Comercial da Cofaco (Bom Petisco).

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Abril de 2019 da revista Marketeer.

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