Confissões de uma caçadora de zombies

O final de uma semana intensa de trabalho e o início das comemorações carnavalescas foram a conjugação perfeita para experimentar o mais recente jogo disponível na Zero Latency, no Dolce Vita Tejo, denominado Outbreak Origins.

A promessa era de que poderíamos aniquilar zombies. E bastou isso para me convencer. Mas a realidade foi muito além disso. Depois de um pequeno briefing para recordar como usar o equipamento – composto por óculos, auscultadores, arma e mochila com as baterias necessárias – a equipa de resgate vê-se transposta para um mundo devastado, no qual os zombies conquistaram a Terra após um vírus ter transformado a população em mortos-vivos. O grupo de jogadores (composto por oito pessoas em simultâneo) precisa de resistir, atravessar zonas repletas de zombies (incluindo esgotos) e sobreviver até à chegada de uma equipa de resgate que os irá salvar.

Para quem já jogou na Zero Latency o Zombie Survival (que é o meu caso), aqui a grande diferença é que o grupo, em vez de estar sempre no mesmo cenário, se desloca entre vários ambientes, usando elevadores e rampas que – juro! – fazem, mesmo as pessoas sem vertigens, ter respeito redobrado pelas alturas. Até porque, acredite ou não, andamos de helicóptero.

Neste jogo é dada utilidade aos 225 metros quadrados das instalações da Zero Latency no Dolce Vita, obrigando os jogadores a deslocar-se na arena de maneira a fazer avançar o jogo e conseguir sobreviver ao ataque dos zombies. Missão cumprida!

Uma experiência que faz todo o sentido para jogar com um grupo de amigos (sim, estou ansiosa por voltar…) ou em eventos de team building empresarial.

Tenha aqui uma ideia do que poderá encontrar ao jogar o novo jogo.

Texto de Maria João Lima

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