O que é que o Freeport ganha com a arte?

Um posicionamento diferenciador feito de experiências. Elemento que a actual equipa acredita poder ser trigger no momento de escolha e recomendação do centro. Para que quem vá ao Freeport sinta conforto e, claro, vontade de voltar.

Texto de M.ª João Vieira Pinto

Em 2017, o Freeport Lisboa Fashion Outlet apresentou-se com novo posicionamento, estratégia e imagem, após um investimento de 22 milhões de euros. Dois anos depois, o trabalho prossegue e ganha outras dimensões. A mais recente dá pelo nome de arte. Começou por se materializar em pequenos elementos, como a escolha de azulejos portugueses ou apontamentos decorativos, e ampliou-se com o investimento na instalação cinética Dream Waves, de Patrick Shearn.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Março de 2019 da revista Marketeer.

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